MINISTÉRIO DO AMBIENTE
(Direcção Nacional de Acção Climática e Desenvolvimento Sustentável)
Intervenção de boas-vindas
S. E. MINISTRA DO AMBIENTE
Discurso de abertura
PAINEL I
POLÍTICAS / PROGRAMAS PARA RESILIÊNCIA CLIMÁTICA
MINISTÉRIO DO AMBIENTE
(Direcção Nacional de Acção Climática e Desenvolvimento Sustentável)
NDC 3.0 de Angola: Componente Adaptação
SONANGOL E.P.
Transição Justa
MINISTÉRIO DO INTERIOR
(Serviço de Protecção Civil e Bombeiros)
Implementação e Formação dos Comités Locais de Gestão de Risco de Desastres no Sul de Angola
MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, URBANISMO E HABITAÇÃO
(Instituto Nacional de Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano)
Construir Resiliência para Cidades, Infraestrutura e Água
PAINEL I
INFRAESTRUTURA, ÁGUA, RESÍDUOS, GOVERNOS LOCAIS E ECONOMIA CIRCULAR
MINISTÉRIO DO AMBIENTE
(Agência Nacional de Resíduos)
Implementação do PLANEPP – Plano de Acção Nacional de Eliminação Progressiva dos Plásticos de Utilização Única
GOVERNO PROVINCIAL DO CUNENE
Substituição de Sacos de Plástico de Utilização Única por Alternativas Locais
MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS (Instituto Nacional de Recursos Hídricos)
Plano de Combate à Seca no Sul de Angola
GOVERNO PROVINCIAL DE LUANDA / ELISAL E.P.
Desafios e Soluções na Gestão de Resíduos para os Governos Locais
MINISTÉRIO DA ACÇÃO SOCIAL, FAMÍLIA E PROMOÇÃO DA MULHER
A Resiliência das Comunidades Face às Alterações Climáticas
PAINEL II
CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
UNILUANDA (Universidade de Luanda)
Economia Circular: modelo Corredor do Lobito
MINISTÉRIO DO INTERIOR
(Serviço de Protecção Civil e Bombeiros)
Implementação de Recolha de Informação de Perdas e Danos / GIS
MINISTÉRIO DAS TELECOMUNICAÇÕES, TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO SOCIAL
(Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica)
Consolidação da Modelagem para a Previsão de Tempo e Projecção do Clima em Angola
MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS (Prodel E.P.)
Apresentação de Dados do MVR do Sector Eléctrico (Sistema de Recolha de Dados)
COORDENAÇÃO DO SASSCAL ANGOLA
Experiência do SASSCAL em Angola
EY (Ernst & Young)
Mesa Redonda: Três Continentes, Três Realidades, Três Mulheres, um Objectivo Poderoso: Acelerar a Acção Climática Global
PAINEL I
SAÚDE, TRABALHO E EDUCAÇÃO
MINISTÉRIO DO INTERIOR
(Serviço de Protecção Civil e Bombeiros)
Implementação do Projecto de Prevenção de Desastres nas Escolas e Comunidades
MINISTÉRIO DOS RECURSOS MINERAIS, PETRÓLEO E GÁS
(ENDIAMA E.P.)
Condições no Trabalho para Prevenção de Exposição a Vulnerabilidade Climática
UNILUANDA (Universidade de Luanda)
Educação, Capacitação e Criação de Empregos para Lidar com as Alterações Climáticas
MINISTÉRIO DO AMBIENTE / ADPP ANGOLA (Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo)
Manual de Escolas Verdes na Promoção de Hábitos Resilientes nas Comunidades Rurais (Projecto ADSWAC)
LDC (Países Menos Desenvolvidos)
Painel: Ampliando a Implementação da Adaptação nos Países Menos Desenvolvidos
PAINEL II
DESENVOLVIMENTO HUMANO, SOCIAL E CULTURAL
INSTITUTO ESPINHAÇO
Resiliência Social e Territorial: Desafios
e Oportunidades para Angola
ADPP ANGOLA (Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo)
Cadeia de Valor de Roupa Usada na Promoção de Economia Circular em Angola
SOCIEDADE MINEIRA DO LUELE
Projectos Sociais da Sociedade Mineira do Luele
UNILUANDA (Universidade de Luanda)
Património Cultural e Acção Climática
Desenvolvimento Urbano, Mobilidade
e Infraestruturas Resilientes
PAINEL I
JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS
PRELECTOR A DEFINIR
Justiça Climática
Direitos Humanos e Alterações Climáticas
Balanço Ético Global
PAINEL II
EQUIDADE, RESPONSABILIDADE MORAL E GOVERNANÇA CLIMÁTICA
UNILUANDA (Universidade de Luanda)
Governança, Capacidades Estatais e Fortalecimento Institucional para a Acção Climática, Planeamento e Preparação
MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO DO TERRITÓRIO
Nova Divisão Administrativa
REDELUSO / FunBEA (Fundo Brasileiro de Educação Ambiental)
Painel: O Financiamento da Educação Ambiental nas Comunidades e Países de Língua Portuguesa – Desafios e Oportunidades nas Agenda do Clima
e da Biodiversidade
PAINEL I
ENERGIA E TRANSPORTE
MINISTÉRIO DO AMBIENTE
(Direcção Nacional de Acção Climática e Desenvolvimento Sustentável)
NDC 3.0 de Angola: Componente Mitigação
MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS
Estratégia de Mitigação na Produção de Electricidade
MINISTÉRIO DOS RECURSOS MINERAIS, PETRÓLEO E GÁS
Descarbonização do Sector do Petróleo e Gás
ORDEM DOS ENGENHEIROS DE ANGOLA
Vantagens e Desafios da
Electro-mobilidade em Angola: Perspectivas para uma Transição Energética Sustentável
SONANGOL E.P.
Transição Justa
PRODEL E.P. / SUN AFRICA
Ganhos Efectivos de 7 Projectos Solares em Curso
Caso de Estudo: Implementação de Energias Renováveis em Angola
PAINEL II
INDÚSTRIA
MINISTÉRIO DAS TELECOMUNICAÇÕES, TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO SOCIAL
(Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional)
O Uso de Tecnologias na Gestão dos Recursos Minerais
SONANGOL E.P.
Descarbonização das Operações
ANPG (Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis)
Balanço da Redução das Emissões de Carbono de 2015 a 2024, e Perspectivas para o Período de 2025 a 2030 no Seguimento de Exploração e Produção de Petróleo em Angola
EY (Ernst & Young)
Roteiros de Descarbonização Sectoriais
PAINEL I
FINANÇAS
MINISTÉRIO DAS FINANÇAS
Financiamento Climático e Florestal
BFA (Banco de Fomento Angola)
Papel dos Bancos Nacionais e do Sector Financeiro na Implementação das Metas Nacionais Climáticas e no Cumprimento do Acordo de Paris
DELEGAÇÃO DE MOÇAMBIQUE
Painel: Oportunidades e Desafios do Acesso aos Fundos Climáticos
Painel: Planificação e Orçamentação Verde: Caminho para uma Economia de Baixo Carbono
UNILUANDA (Universidade de Luanda)
Investimentos para Travar e Reverter a Desflorestação e a Degradação Florestal
PAINEL II
MERCADOS DE CARBONO E GASES NÃO-CO2
APB (Angola Particle Board Group)
Produção de Mudas Florestais como Solução para Recuperação das Áreas Degradadas, Reflorestamento, Plantação Florestal e Desenvolvimento Agrário
AAMC (Associação Angolana do Mercado de Carbono)
Roteiro do Mercado de Carbono para Angola, Desafios e Oportunidades.
LACLIMA
Mercados de Carbono no Processo Negocial da Convenção UNFCCC
AAMC (Associação Angolana do Mercado de Carbono)
Projectos de Carbono para Angola
PAINEL I
FLORESTAS, BIODIVERSIDADE E ECOSSISTEMAS
MINISTÉRIO DO AMBIENTE
(Instituto Nacional da Biodiversidade
e Áreas de Conservação)
NBSAP – National Biodiversity Strategy and Action Plan
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA
E FLORESTAS
Projecto de Reflorestação no Sul
de Angola
MINISTÉRIO DOS RECURSOS MINERAIS, PETRÓLEO E GÁS
Florestação e Reflorestação
de Áreas Degradadas
FÓRUM ENERGIA E CLIMA
Zonas Húmidas – Recuperar
e Preservar Mangais, Sapais
e Pradarias Marinhas
SOCIEDADE MINEIRA DE CATOCA
Polígono Florestal
PAINEL II
ECOSSISTEMAS E OCEANOS
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E FLORESTAS / TNC (The Nature Conservancy)
Estratégia de Conservação das
Florestas de Miombo em Angola
SONANGOL E.P
Projecto Sonangol Carbono Azul, Conservação e Preservação Ambiental
GOVERNO PROVINCIAL DE LUANDA
Estudo sobre a Floresta do Miombo em Angola
DIRECÇÃO PROVINCIAL DO
AMBIENTE DA PROVÍNCIA
DO CUNENE
Semear o Futuro – Comunidades do Sul de Angola usam Bolas de Sementes como Estratégia de Reflorestação
MINISTÉRIO DO AMBIENTE
(Centro de Ecologia Tropical
e Alterações Climáticas)
Diversidade de Espécies e Sequestro de Carbono na Floresta de Miombo
PAINEL I
ECOSSISTEMAS E OCEANOS
MINISTÉRIO DAS PESCAS E RECURSOS MARINHOS
Medidas para Protecção e Gestão Marítima
GOVERNO PROVINCIAL DE LUANDA / ELISAL E.P.
Limpeza de Mares
ENDIAMA E.P.
Conhecer para Preservar –
Levantamento da Biodiversidade
das 4 Províncias do Leste de Angola
(L. Sul, L. Norte, Moxico e Moxico Leste)
TNC (The Nature Conservancy)
Benguela Partnership Program
GOVERNO PROVINCIAL DO NAMIBE
Projecto de Resiliência Climática e
Arborização no Deserto do Namibe
LCOY ANGOLA
O Engajamento dos Jovens
nas Políticas do Clima
PAINEL II
14:00 MINISTÉRIO DO AMBIENTE
_Situação Hidrográfica de Angola
14:30 ADPP (Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo)
_Empoderamento Económico das Mulheres, Agricultura de Conservação e o Ambiente
_Soluções Baseadas na Natureza: Soluções Comunitárias de Água e Energias Renováveis no Sul de Angola
15:30 GOVERNO PROVINCIAL DO BIÉ
_Percurso da Implementação do Saneamento Total Liderado pelas Comunidades na Província do Bié
16:00 MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS
_Programa de Combate aos Efeitos da Seca no Sul de Angola (PCESSA): Aumento da Resiliência no Sul de Angola
PAINEL II
POVOS INDÍGENAS, COMUNIDADES LOCAIS, CRIANÇAS E JUVENTUDE,
E PEQUENOS E MÉDIOS EMPREENDEDORES, ALINHADAS COM A NATUREZA
UNILUANDA (Universidade de Luanda) / UFPA (Universidade Federal do Pará)
Esforços para Conservar, Proteger e Restaurar a Natureza e os Ecossistemas com Soluções para o Clima,
Biodiversidade e a Desertificação.
UNILUANDA (Universidade de Luanda)
Inovação, Empreendedorismo Climático, e Pequenas e Micro Empresas
FÓRUM ENERGIA E CLIMA
Painel: Agir Local, Impacte Global –
A Acção Climática de Proximidade
PAINEL I
AGRICULTURA
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E FLORESTAS
Agricultura Familiar
MINISTÉRIO DO AMBIENTE / ADPP ANGOLA
(Projecto ADSWAC)
Capacitação das Comunidades em Técnicas de Agricultura Resiliente
UNILUANDA (Universidade de Luanda)
Reduzir os Efeitos das Alterações Climáticas na Erradicação da Fome
e da Pobreza
PAINEL II
SISTEMAS ALIMENTARES
UNILUANDA (Universidade de Luanda)
Investimento para Travar e Reverter a Desflorestação e Degradação Florestal
PAINEL I
SEGURANÇA ALIMENTAR
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E FLORESTAS
Estratégia de Segurança Alimentar
PRELECTOR POR DEFINIR
Tema por definir
BDA (BANCO DE DESENVOLVIMENTO DE ANGOLA)
Sustentabilidade e Segurança
Alimentar, Enquadrado no Plano Nacional de Desenvolvimento e
na Respectiva Estratégia Nacional de Segurança Alimentar
e Nutricional-ENSAN II
PAINEL II
GÉNERO, RAÇA E TURISMO
MINISTÉRIO DA ACÇÃO SOCIAL, FAMÍLIA E PROMOÇÃO DA MULHER
Iniciativas de Empoderamento
Feminino e Sustentabilidade Ambiental
UNILUANDA (Universidade de Luanda) / UFPA (Universidade Federal do Pará)
Afrodescendentes
LACLIMA
Situação do Processo de Negociações sobre o Plano de Acção de Género
PRELECTOR POR DEFINIR
Turismo
MINISTÉRIO DO AMBIENTE
Exibição de Vídeos Nacionais de Angola
Este projecto foi concebido para desenvolver uma cadeia de valor de tecnologias liderada pelo sector privado, com o objectivo de produzir tecnologias de energia renovável fora da rede eléctrica, como lanternas solares e sistemas solares domésticos, para lares rurais na base da pirâmide, que não seriam electrificados pelo menos até 2025. A justificação do projecto assenta numa abordagem inovadora para mitigar os riscos dos investimentos do sector privado no mercado de acesso à energia renovável descentralizada nas áreas rurais. Isto será alcançado através de três resultados: (i) criação de um ambiente favorável ao investimento do sector privado em energia renovável descentralizada; (ii) estabelecimento de um modelo de prestação de serviços de energia a nível doméstico bem-sucedido para replicação a nível nacional; e (iii) recolha e disseminação das lições aprendidas e experiências das intervenções do projecto para apoiar a replicação e ampliação dos resultados do projecto.
Este projecto foi concebido para desenvolver uma cadeia de valor de tecnologias liderada pelo sector privado, com o objectivo de produzir tecnologias de energia renovável fora da rede eléctrica, como lanternas solares e sistemas solares domésticos, para lares rurais na base da pirâmide, que não seriam electrificados pelo menos até 2025. A justificação do projecto assenta numa abordagem inovadora para mitigar os riscos dos investimentos do sector privado no mercado de acesso à energia renovável descentralizada nas áreas rurais. Isto será alcançado através de três resultados: (i) criação de um ambiente favorável ao investimento do sector privado em energia renovável descentralizada; (ii) estabelecimento de um modelo de prestação de serviços de energia a nível doméstico bem-sucedido para replicação a nível nacional; e (iii) recolha e disseminação das lições aprendidas e experiências das intervenções do projecto para apoiar a replicação e ampliação dos resultados do projecto.
Este projecto foi concebido para desenvolver uma cadeia de valor de tecnologias liderada pelo sector privado, com o objectivo de produzir tecnologias de energia renovável fora da rede eléctrica, como lanternas solares e sistemas solares domésticos, para lares rurais na base da pirâmide, que não seriam electrificados pelo menos até 2025. A justificação do projecto assenta numa abordagem inovadora para mitigar os riscos dos investimentos do sector privado no mercado de acesso à energia renovável descentralizada nas áreas rurais. Isto será alcançado através de três resultados: (i) criação de um ambiente favorável ao investimento do sector privado em energia renovável descentralizada; (ii) estabelecimento de um modelo de prestação de serviços de energia a nível doméstico bem-sucedido para replicação a nível nacional; e (iii) recolha e disseminação das lições aprendidas e experiências das intervenções do projecto para apoiar a replicação e ampliação dos resultados do projecto.
Este projecto foi concebido para desenvolver uma cadeia de valor de tecnologias liderada pelo sector privado, com o objectivo de produzir tecnologias de energia renovável fora da rede eléctrica, como lanternas solares e sistemas solares domésticos, para lares rurais na base da pirâmide, que não seriam electrificados pelo menos até 2025. A justificação do projecto assenta numa abordagem inovadora para mitigar os riscos dos investimentos do sector privado no mercado de acesso à energia renovável descentralizada nas áreas rurais. Isto será alcançado através de três resultados: (i) criação de um ambiente favorável ao investimento do sector privado em energia renovável descentralizada; (ii) estabelecimento de um modelo de prestação de serviços de energia a nível doméstico bem-sucedido para replicação a nível nacional; e (iii) recolha e disseminação das lições aprendidas e experiências das intervenções do projecto para apoiar a replicação e ampliação dos resultados do projecto.
Este projecto foi concebido para desenvolver uma cadeia de valor de tecnologias liderada pelo sector privado, com o objectivo de produzir tecnologias de energia renovável fora da rede eléctrica, como lanternas solares e sistemas solares domésticos, para lares rurais na base da pirâmide, que não seriam electrificados pelo menos até 2025. A justificação do projecto assenta numa abordagem inovadora para mitigar os riscos dos investimentos do sector privado no mercado de acesso à energia renovável descentralizada nas áreas rurais. Isto será alcançado através de três resultados: (i) criação de um ambiente favorável ao investimento do sector privado em energia renovável descentralizada; (ii) estabelecimento de um modelo de prestação de serviços de energia a nível doméstico bem-sucedido para replicação a nível nacional; e (iii) recolha e disseminação das lições aprendidas e experiências das intervenções do projecto para apoiar a replicação e ampliação dos resultados do projecto.
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